Temporada de Filmes Online – Curtas Premiados na MAUAL 2020 – Documentários

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A equipe de Da Grade pra cá (Wesdras Aklen, Larissa Bela Fonte & Nayara Demari, SP, 2019, 29′, classificação indicativa 10 anos) mergulha nas realidades e lutas de companheiros de presidiários das penitenciárias de Itirapina-SP, ao lidar com as relações de liberdades e prisões na rotina de dias de visitas, acompanhando Juliana, Manoel “Xuxa” e “Paolla” “Letícia Spiller”. “Da grade pra cá” recebeu o prêmio de documentário universitário mais visualizado da MAUAL 2020. @s realizador@s do curta são estudantes do Curso de Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Sempre foi assim (Lucas Bezerril, MT, 2020, 02′, classificação indicativa livre) apresenta um relato sobre temores e angústias de uma mãe no momento de ciência da maternidade. O curta foi premiado como documentário independente  mais visualizado da MAUAL 2020.

Nadir (Fábio Rogério, SE, 2019, 15′, classificação indicativa 10 anos) apresenta um olhar afetivo sobre o cotidiano de Nadir, mestra de cultura popular de uma comunidade quilombola do interior de Sergipe. A música de Nadir e seus silêncios. “Nadir” foi eleito melhor documentário independente pelo júri oficial da MAUAL 2020.

Imagens de um sonho (Leandro Olimpio, SP, 2019, 20’, classificação indicativa livre) é composto de vídeos publicados no YouTube por terceirizados da Petrobras. O curta explora um capítulo importante do país através de fragmentos da vida operária dentro e fora da fábrica. Com suas próprias mãos, a classe trabalhadora registra – ao longo de uma década (2008-2018) – as alegrias e dissabores de sua jornada. O curta foi eleito pelo júri oficial da MAUAL 2020 como melhor documentário de imagens de arquivo.

Pi’õ Rómnha Ma’ubumrõi’wa – Mulheres Xavante Coletoras de Sementes (Danielle Bertolini, MT, 2020, 13′, classificação indicativa livre) acompanha o grupo Pi’õ Rómnha/ Ma’ubumrõi’wa, das coletoras Xavante da Terra Indígena Marãiwatsédé, localizada no município de Bom Jesus do Araguaia e que destina todas as sementes coletadas para a restauração das áreas dentro e adjacentes à Terra Indígena. O grupo começou em 2011 quando coletores da ARSX visitaram a aldeia e apresentaram o trabalho aos Xavante, abrindo a possibilidade de criar um grupo de coleta e venda das sementes. O curta foi eleito pelo júri oficial como melhor curta de resistência da MAUAL 2020.

Clipping:

https://www.leiagora.com.br/entrete/779/temporada-compartilha-curtas-documentarios-premiados-na-maual

Confira a relação de curtas premiados na MAUAL 2020:

https://wp.me/pbQLhj-DU

Outras informações sobre a MAUAL estão disponíveis no site:

http://www.mostrauniversitariaufmt.com

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